Se eu tivesse 300 conto pra limpar a bunda, teria usado, porque esse jogo é um lixo completo. A EA conseguiu se superar na incompetência, entregando a mesma porcaria maquiada e ainda tendo a cara de pau de dizer que mudou alguma coisa. Nada mudou, só enganam trouxa! Esse jogo é um copia e cola descarado, feito pra arrancar dinheiro de otário. Os caras da EA deviam ser presos por estelionato gamer, porque cobrar 300 conto por isso é um crime contra a humanidade. Esses viciados que defendem essa desgraça só podem estar sem vida, porque não tem explicação gostar dessa vergonha digital. A jogabilidade é travada, os passes são bugados, a IA é burra, o goleiro parece um cone, e o modo carreira é a mesma porcaria reciclada desde 2017. Eu juro, foi a pior compra da minha vida. Quer gastar 300 reais nisso? Melhor rasgar o dinheiro, que pelo menos faz menos raiva. Essa empresa é um câncer nos games, e o jogo é uma piada malfeita. EA, vocês são um bando de aproveitadores safados, e o jogo de vocês é um desserviço pra quem ama futebol. Quer jogar modo carreira? Joga o FC 25, que é a mesma bosta, só mudaram o menu.
Recomendação: Sim, com lágrimas nos olhos. Eu sou um "veterano". Um sobrevivente das trincheiras digitais de Bad Company 2, um engenheiro que viu o sol nascer sobre o Caspian Border em Battlefield 3, um fuzileiro naval que dominou as ondas de Paracel Storm em Battlefield 4. Eu tinha desistido. Achei que aquele sentimento, aquele rugido visceral da guerra total, tinha morrido para sempre. Mas então, ele chegou. Battlefield 6. Quando o tanque explodiu ao meu lado e o prédio desmoronou com aquela fidelidade absurda, senti um arrepio. Não o arrepio do susto, mas o arrepio da memória. Foi como ser teletransportado de volta para a minha adolescência/início da vida adulta, com a adrenalina pura correndo nas veias, a promessa de caos épico e a camaradagem de um esquadrão que realmente funciona. Caros players mais velhos, escutem-me: Isto é para nós. O gunplay é perfeito, cirúrgico, satisfatório. Os mapas são vastos, abertos e permitem aquela verticalidade e destruição tática que transformam cada partida em uma história diferente. A escala, a imersão... está tudo aqui. Juro que, ao pilotar um jato e mergulhar sobre a bandeira inimiga em chamas, senti-me a criança que era quando liguei o primeiro Battlefield. É a felicidade bruta e sem filtro, a sensação de maravilha que há muito tempo a indústria tinha me roubado. Battlefield 6 não é apenas um jogo. É uma máquina do tempo. É a prova de que a glória não estava perdida, apenas adormecida. Se você, como eu, carregava no peito a saudade de um Battlefield que te fizesse sentir vivo, com a mira ajustada e o coração acelerado... compre. Eu não estou apenas recomendando um jogo. Estou recomendando que você resgate um pedaço da sua paixão. E vale cada centavo. Perfeito. É a única palavra.